quarta-feira, 18 de março de 2009

Réplica ao Leitor


Fábio disse...
Relato infeliz e tendencioso. É preciso ter clareza dos conceitos quando os utilizamos. O que o senhor chama de "caravana da democracia" é muito mais a anti-democracia, pois trata-se de um movimento articulado pelo prefeito, visto que, quem estava ali era justamente sua tropa de choque, na tentativa de inibir a iniciativa justa, legítima, salutar, do Vereador Prof. Erick de exigir a legalidade e moralidade - dois princípios fundamentais da administração pública - para a realização de concurso público para professores do município, como consta na constituição de 1988 que acesso a cargo público dar-se-á pela via do concurso público, salvo exceções de cargo de ordem de assessoria técnica. Mas parece que não é assim que pensa a administração pública de Goiandira, prefere achar brechas na lei para, decerto, para cumprir compromissos de campanha com seus apaniguados. O que é preciso esclarecer aqui, é que não se trata de um debate sobre a escola ou educação - o que seria muito importante - pois aí poderíamos abrir o debate, sobre a escola que queremos, mas enquanto isso não acontece, os iluminados da adminstração pública leva a toque de caixa o que lhes vem na cabeça. Seria preciso esclarecer por exemplo a relação do líder da situação com a escola, qual sua função na escola? ele é o diretor? mas oficialmente é a prof. Leila. Existe alguma portaria nomeando-o para alguma função específica na escola? qual seria essa função? A escola realmente oferece as condições materiais e humanas para funcionar em período integral para todos os alunos? como fica os alunos da fazenda? ou a escola seria mais casca do que conteúdo? Acredito que a posição do Vereador Prof. Erick esteja correta, de acordo com as leis que regem esse país. Deixem que a calúnia e a tentativa de difamação, as mentiras, os boatos e as fofocas sobre a conduta correta para um vereador eleito na legenda da esquerda se espalhem pela cidade, isso concerteza, não calará a voz da esperança, na busca incessante de uma cidade de todos.
18 de Março de 2009 18:06

Caro Fábio,

Primeiramente meu muito obrigado pela atenção dispensada.
Poderia tê-lo respondido no particular, mas confesso não dominar as ferramentas disponíveis do Blog, onde certamente deve estar seu e-mail.
Estou muito decepcionado comigo mesmo, pois esperava fazer um relato imparcial e não consegui, pelo menos sob a sua ótica. Embora eu não tenha compromisso algum com a veracidade sou inimigo atroz da mentira.
Minha única intenção é promover mais interesse dos cidadãos pela Casa de Leis, acompanharem nossos representantes eleitos, inclusive o prefeito. Sempre fiz isto, apesar de a minha profissão ter sido massacrada, pois militar não pode opinar. Posso apresentar uma série de publicações no “Correio Brasiliense” em que fui até capa, porém não era isto a minha intenção.
Este “relato infeliz e tendencioso”, conforme sua classificação é o segundo da série. Você leu o primeiro? Leia com carinho e vai ver melhor de que lado eu estou.
Eu não vendo meu voto, mas tenho o costume de cobrá-lo o tempo todo do mandato de todos.
Eu ajudei o Juninho do Tiubinha por uma série de fatores, mas infelizmente não foi eleito. Um dos fatores que constava até do panfleto dele, seria um comunicado à população das atividades da Casa Magna e eu seria quem fomentaria tal noticiário. Ele aguardará mais um tempo, mas a idéia continuou viva.
Procurei alguns vereadores, dentre eles Clodoaldo e Gilberto Leiteiro, e falei sobre o projeto, mas o mais interessado indicou-me um futuro editor de jornal local. No meu ver não haveria liberdade de publicação, pois ele estava correndo atrás de verbas públicas.
Há pouco tempo descobri o Blog e vi que poderia, de maneira independente e sem custos, editar os acontecimentos.
A ata oficial da casa, com certeza, será sempre mais implacável que eu.
Chamei de “caravana da democracia” àquele conglomerado maravilhoso porque não vi nada rotulado nas caras das pessoas.
O próprio Erick, conhecedor dos opositores, chamou carinhosamente alguns pelos nomes ratificando toda e qualquer manifestação pública junto à presidência da casa. Deixou bem claro tratar-se do povo goiandirense, apesar de ter chamado à lembrança dos professores presentes a ingratidão, pois num passado sindicalista eles o ufanaram, pois atuara em favor daqueles.
Não coloquei isto no relato que era justamente para protegê-lo do desabafo, afinal ele estava “cobrando posturas” – coisa habitual em mim.
Fábio, eu ainda não sei quem é quem nesta cidade, inclusive você, mas se o Erick é a voz da esperança, alerto-o que ela já passou montada por um cavaleiro que pertencia ao “clube dos onze”.
O Professor Clodoaldo, na escola, infelizmente também não sei qual o papel que ele representa, pois já o vi faxinando, comendo em pé, dando aulas, contratando obras, cantando, apresentando, rebolando, plantando... Talvez ele queira resolver o mundo com medo da cadeira de rodas, a melhor escola da vida...
Cabe a quem tem o poder de fiscalização verificar se a “leilá” existe.
Na Câmara ele foi pra lá como quinto mais votado e está quase ultrapassando o primeiro!

1 comentários:

FÁBIO disse...

Tréplica do leitor,
Caro Aristeu, a resposta no particular é desnecessária na medida em que este espaço quer ser público para tais discussões. É louvável sua tentativa de imparcialidade diante dos fatos, é a mesma tentativa que os editoriais dos jornais e revistas, como a Veja, O popular, Folha de São Paulo, Globo, etc. escritos e tevevisivos, diz possuir, porém estes grandes grupos midiáticos possuem estreita relação com poderosos grupos políticos e econômicos dentro e fora da esfera estatal. Não há imparcialidade submersos numa sociedade edificada em classes sociais antagônicas cujos interesses são díspares. Acredito até na sua boa intenção, não enxergo maldades, mas daí crer na imparcialidde é um tanto demais. Em relação a mentira ou a verdade não é disto que se trata, até porque são sempre juízos relativos, a mentira foi arma de perssuasão de Hitler e para seu grupo as mentiras eram verdadeiras. Então não há nenhuma universalidde nestes conceitos. Em relação à voz da esperança quero dizer a você que ela não está posta sobre na cacunda de um indivíduo, o grande messias salvador. Não se trata disso, a esperança por uma outra cidade e/ou outro mundo, está posta nos corações e mentes dos explorados, dos sem nada, pode ter certeza que estes não perdem as esperanças, porque já perderam tudo.

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