segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cantar pode ser fácil, porém traduzir...


Ao som do mar profundo e luz do céu

Do seu canto “bêbado e equilibrista” eternamente resplandece numa "manhã de setembro" um brado gentil e não um grito colosso. Uma flâmula garrida ostenta sempre plácida com penhor. Fulgura como uma estrela do Cruzeiro e espelha um verde-louro como símbolo. Não teme em teu seio fúlgido no berço esplêndido, mais amores vívidos retumbantes. Heróico passado não foge à luta. Sua voz se agiganta límpida, entre outras mil, como um florão nos lábaros. Sempre impávida da glória do passado que tenha a merecida paz no futuro. Um presente desgarrido não serve nesse instante pra desconsiderá-la por ter no Hino formoso desconhecido até mesmo a clava forte de sol. Não é a própria morte de um filho teu ou de quem te adora, pois Vanusa sempre foi idolatrada. Salve-a Salve-a!

1 comentários:

Déia disse...

Gostei,
não idolatro e nem irei,
mas gostei, rs.

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