domingo, 31 de outubro de 2010

Minha carta a Roriz quando governou DF pela última vez


RORIZ

Sr Governador, muitos são os motivos que me levaram novamente a dar aval pela continuidade do seu nome no Governo. Nas urnas repetiria o mesmo ato quantos turnos fossem necessários, mas defender o Senhor tem ficado difícil. Militar na gratuidade tem saído caro e arriscado. É desolador ver adversários insistirem que somos, em totalidade, cabos eleitorais beneficiados com pagamentos.
O Sr conhece estas paragens antes mesmo de se edificar esta capital monumental, mas não sabe traduzir em palavras, às vezes mais necessárias que ações. Tudo bem, afinal a oratória é um dom, mas vez por outra a empolgação o envolve e o Sr diz coisas impensadas sem que façam parte do seu coração: És cristão? Então cala e o Espírito Santo falará no seu lugar. Lembra que “nem todo aquele que diz SENHOR! SENHOR! Entrará no reino do Céu”. Os apóstolos indagaram como seriam reconhecidos como cristãos e Jesus disse que bastava que se amassem uns aos outros: Eis a única apresentação do Cristão.
Apesar de suas atenções serem direcionadas aos mais carentes, o que ganha minha simpatia, há a necessidade de tomada de consciência que o Sr é o Governador de todos. Em alguns setores permanentes do Estado o Sr tem oposição acirrada e permanente. Ganhe esse pessoal. Como estadista e visionário é chegado o momento de reverter este quadro. Na Educação pública meus filhos foram prejudicados: o modelo Petista de Administração Educacional, adotado noutro mandato, era melhor e gostaria de saber qual a dificuldade de se assimilar o que é bom? A velha geração continua solidária, mas se torna minoria à medida que os jovens estão sendo lapidados por professores grevistas. Seus redutos eleitorais estão mudando o seu favorecimento a cada votação.
O Sr não é Jesus Cristo, mas parece estar cercado de ladrões e nenhum bom.
Sua imagem, num futuro próximo, poderá ser ainda mais ridicularizada. Isso me dói, porque sempre acreditei nas suas boas intenções. Governe e não peques mais.

sábado, 30 de outubro de 2010

Proibido de cantar e tocar


Ciúme do Violão

Acorde pra vida - não.
Posição de alegria - não.
Abraço apertado - não.
Condenada a canção!

Meus lábios censurara
Sete línguas calaram
Oito orelhas esquecidas
Duas mãos atrevidas.

Três braços sem colo
Dez dedos sem solo
Duas bocas sem choro
Ninguém me faz coro
Nada de estouro
Sucesso nem passageiro
Parada nem em banheiro

O divórcio enfim chegou
Voltei com o violão
Vinte anos durou
Nossa separação!

Acorde pra vida - Sim
Posição de alegria - Sim
Abraço apertado - sim
Libertada a canção

Uma poesia minha classificada em concurso


CREDO DO VERÃO PASSADO

Numa viagem elipsoidal
Dispúnhamos de quatro estações,
Mas nosso comportamento bestial
Trouxe-nos duras transformações

Virou bagunça o espaço,
O Sol acerta-nos em cheio,
As fortes chuvas de março
É inferno de veraneio!

A Terra, às águas blindada,
Inunda mais que permeia
E pessoas desgovernadas
Vão enfrentar outras cheias.

Amazonas vira rego,
Pede arrego Itaqui,
Não demora há emprego
No deserto de esquis.

Só se faz com protetor
Uma relativa nudez.
O Santo ou o bloqueador
Só não filtra a estupidez.

O grande amor de verão
Pode ser com o Doutor...
Piores verões virão
E haja câncer e tumor!

Esta visão pessimista
É de um mero escritor.
Concorda assim o Cientista
E que não o Criador!

Nem só de pão vive o homem...


Nada de sócio - só ócio!

Que se dane o padeiro e renasça o cronista...

Minha última postagem por aqui foi em primeiro de agosto. Morri? Sumi? Desaprendi a escrever? Não. Nada disso. Virei padeiro, na realidade pandeiro, pois nunca apanhei tanto.
Na última postagem, denominada "Maré Braba", falava eu de minha situação calamitosa. Gente, quando tudo parece estar ruim é sinal de que ainda vai piorar ainda mais. Quando se vê uma luz no fim do túnel é porque o trem vai te atropelar. Quando se está no fundo do poço é sinal de que terra ainda desabará sobre sua cabeça.
Em meados da década de setenta eu trabalhei numa padaria de nome Super-Pão, na Praça Manoel Bonito em Araguari. Era uma padaria linda, uma lanchonete diversificada, uma sorveteria multi sabores, uma confeitaria mágica. Turnos que funcionavam perfeitamente. Era esta minha ótica, mas é um negócio muito complicado.
Um amigo, responsável direto por esta minha ausência internética e do mundo em geral, me convidou pra participar, meio a meio, de um negócio deste (Neste momento a madeira da mesa faz toc-toc-toc sob meu punho cerrado) e eu fui.
Instalamo-nos num imóvel velho, multado pela vigilância sanitária e fomos realizar sonhos. Padaria produz sonhos sem que ninguém durma.
Não vou falar do assédio do poder público nem dos amigos que queriam comer de graça.
O lucro, quando existe, é pouco ou quase nada pelo tanto que se trabalha. Até Jesus teve prejuízo, pois fez pão pra sobrar. Aliás, Ele foi o maior dos padeiros, mas pedia pão ao Pai, pois, com certeza, não queria fazê-lo. Há quem diga que Ele fazia pão da pedra e eu, ao contrário, faço do pão uma pedra.
Durante minha vida militar sempre acertei na mosca, mas na padaria não acertei sequer uma. Os olhos dos clientes são de lince, pois descobrem uma mosca escondida em qualquer cantinho do balcão e, impiedosamente, com o dedo em riste, brada com o infeliz do padeiro: - Credo! Uma mosca. Que nojo! Faça alguma coisa.
Tudo isto como se tal inseto não fosse invencível. As moscas sempre existiram apesar dos padeiros e baygons.
Fiquei um lunático. O pouco que ressonava usava toca e luvas. O ser humano tem mais nojo do ser humano do que de moscas ao varejo.
Acho que vou abrir um buteco de quinta, pois ninguém olha a validade de uma cerveja e, se aparecer alguma mosca, ainda fazem-na de tira-gosto.
O pão de míseros centavos é muito exigido. Tem que ser fresquinho. Tem que ser quentinho. Tem que ser moreninho. Tem que trincar.
Dizem que pão engorda, mas é mentira. Eu, diuturnamente nesta padaria, perdi muitos quilos. Pão fora do ponto ou caído era meu principal cardápio.
Perdi tempo, trabalho, dinheiro, crônicas e ainda abandonei meu sócio que depositava fichas na minha competência. A gente não é obrigado a prosseguir em tudo. Eu não sou teimoso. Minha opinião é volátil, mas de uma coisa eu tenho certeza: O forno de uma padaria deve ser o último degrau para entrar no inferno. Estou fora, mas ainda continuo com meus demônios tendo que comer o pão que o diabo amassou. Então o padeiro é o diabo?

domingo, 8 de agosto de 2010

Maré braba!


Combatente Internético Off-line

Às vezes a gente sai de cena e o espetáculo muda de palco, de gênero e, de autores, passamos às vias de vitimados. A mente se perturba e voltamos ao mundo dos seres normais, problemáticos, frágeis e, o mais duro, reais.
Numa bela manhã, princípio dos fatos, mesmo não acreditando em astrologia, a gente se lê no horóscopo. Dá uma risadinha quando o número da sorte é treze e a cor do dia o vermelho sangue. Sai de retro, Satanás! Mas não sai: É apenas o começo do raiar de uma desesperança mal acompanhada.
O dente dói – o plano não cobre, o ciático ataca toda a parte anterior e posterior abaixo do umbigo e ainda não se tem como recusar um convite para ajudar como servente de pedreiro em obra sem fim.
Os amortecedores da tampa traseira relaxam e repousam a tampa sobre a nossa cabeça com a força de uma guilhotina sem corte. O farol queima em plena escuridão sem lua.
Os Correios extraviam encomenda. A conta telefônica vem superfaturada e o melhor é pagar que chegar até o fim com a reclamação – um caminho sem volta.
Ainda bem que o caroço do pescoço do filho, chamado de cisto branquial, não é maligno, mas cresce sufocando a carótida e jugular. A esperança de intervenção cirúrgica reside no SUS. Durma com um barulho desses.
O cão velho, fiel até o fim, tremula para partir. A cadela ex-sorrateira agoniza em pós-cirúrgico piométrico.
A esposa insone, último baluarte e esteio, acumula mais dores na casa dos horrores.
A campainha toca e não é visita – É o oficial de Justiça cobrando fiança no salário minguado que deveria sim ser complementado. Tal fiança, dada em aluguel a um ex-amigo, sumido para a Justiça, há mais de uma década, deveria servir de exemplo ao, cada vez mais mortal, que o próximo vale tão quanto o afastado.
Qualquer gigante tomba. Preciso de socorro em terra, céus e mares.
Fui.
Oh! Minas Gerais! Eu só voto 3193 dos federais.
Porque é bom... beiro, ficha limpa e herói!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Eu e minha sogra



Uma professora de matéria alternativa, parece-me que "Contos e crendices populares", veio com a turminha à casa de minha sogra pra entrevistá-la a respeito de estórias que longe vão e que corriam por Goiandira. A professora ficou encantada e pediu-me pra escrever um texto que complementasse a entrevista com o seguinte título: Quem é dona Zenira?

Quem é dona Zenira?

- Para o falecido marido: Aquela que concluiria a missão.
- Para a filha mais velha: Tapa de amor que doía.
- Para a mãe Zulmira: A mais bela flor do jardim.
- Para o pai Manoel Bento: Uma filha como os demais, pois este não fazia distinção.
- Para a filha mais nova: A cruz necessária e sob medida que balançou o berço.
- Para o filho mais velho: A velha que lhe fez duro.
- Para o filho caçula: Aquela que Deus conserve e abençoa!
- Para os médicos: A que tem saúde pra dar e vender.
- Para a Rádio Terra Branca: A certeza de estar sendo ouvida.
- Para o neto mais velho: É a velha mão carinhosa.
- Para a bisneta distante: Uma ilustre desconhecida.
- Para a única neta: O bom conselho e o ombro.
- Para o neto mais novo: Um poço de histórias onde seus porquês têm respostas.
- Para a democracia: Uma dispensada insistente, devota do voto.
- Para os vizinhos: Aquela que não incomoda...
- Para as noras: De longe também se ama.
- Para o INSS: Ainda vive?
- Para o fornecedor: Osso duro de roer, paladar exigente e boa demais em conta.
- Para o prefeito: Eleitora que incomoda cobrando empenho durante todo o mandato.
- Para os bailes de outrora: A melhor costureira!
- Pra comunhão de domingo: O cântico mais lindo.
- Pra cadelinha Nira: “O vovó” a defender.
- Pra o sol que brilha: Alguém que sempre se aquece.
- Para o estômago pontual: Um fim na fundura.
- Ao Banco do Brasil: A fiel depositária.
- Para o telefone: Memória e tato ágeis que a transporta a todos os rincões.
- Para o genro, no caso eu: Nada a inventariar... e os textos abaixo:


Não é ponto final, mas reticências...
Aquela que fica, mas vai...
Não enxerga, mas vê...
Tropeça e não cai...
Cozinha e come...
Deita e não dorme...
Levanta e sonha...
Xinga e Abençoa...
Chora e sorri...
Fala calada...
Néga e ponto...
Se mata de viver...


AS DEFICIÊNCIAS

Normalmente o sentimento despertado ao nos depararmos com alguém deficiente é o dó. Em nossa longa formação, através dos tempos, a compaixão e a aversão por aleijados está alijada em nosso consciente social. Numa simples observação pode se afirmar categoricamente que os conceitos que cercam tais vítimas são incorretos. Primeiro que deficiente não é termo digno, pois a maioria de tais seres humanos são dotados de uma capacidade de superação sem tamanho. Eles deveriam ser cognominados “super eficientes”, pois a falta ou paralisia de um ou mais membros ou surdez associada à mudez ou até cegueira não são obstáculos para os mesmos. Pela carência são desenvolvidas, além da normalidade, outros membros ou sentidos. Você, que se enquadra nos normais, ou seja, eficiente, tente fechar os olhos e caminhar durante um só minuto em linha reta numa calçada comprida, larga e sem buracos, como experiência. Tenho certeza que sua sensação vivida nesta experiência pode muito bem demonstrar o que tento transmitir através de poucas palavras. Já que não é nada fácil vamos diminuir o máximo possível o esforço desprendido por todos estes que assim são para que o amor seja vivido em forma de cooperação, afinal, precisamos muito do poder de concentração dos mesmos voltados para solução de problemas maiores frente aos quais somos totalmente incapacitados.
Este pedacinho é dedicado à minha sogra, Dona Zenira, pois a mesma ficou cega devido a males como a catarata e glaucoma. Poderia ter sido evitada a cegueira se ela, como quase todas as pessoas mais antigas, não relutasse tanto em procurar os médicos. Começa com uma dorzinha qualquer e de repente alguns chazinhos poderão resolver. Quando se dá conta o mal é de uma enormidade que não há qualquer tipo de intervenção que possa resolver. Aconteceu esta incapacidade já mais próximo da velhice e não foi tão desastrosa, pois foi possível deixar todos os filhos encaminhados – esta é a grande preocupação do pessoal das antigas. É dura a cegueira para uma pessoa que ganhou a vida dependendo totalmente dos olhos. Minha sogra foi costureira de mão cheia, daquelas que tinham que criar o modelito e realizar a combinação de cores. De vez em quando fica ranzinza, mas qualquer velho fica assim. O objeto que mais a auxilia é o rádio. Através do rádio ela enxerga o mundo muito além do seu redor. Conhece e canta muito bem todas as músicas. As notícias são muito mais apreciadas por ela que por qualquer outra pessoa. Se mudou a data do pagamento dos funcionários do estado é só perguntar que ela sabe. Se não fosse o pouco tempo de estudos acredito que a mesma poderia compreender muito bem os noticiários de economia, mas mesmo assim conhece as opiniões dos jornalistas que se aproximam de sua linguagem. De vez em quando absorve uma notícia incompreensível para ela e me pergunta de que se trata. Procuro sempre “suavizar” os impactos de qualquer medida governamental, pois ela é muito preocupada com os dois salários mínimos que recebe, um da aposentadoria e outro da pensão deixada pelo sogrão, mas muito cedo ela acaba confirmando que as medidas de qualquer governo são sempre contra a maioria, mas continua crédula e confiante em minhas explicações.
Tenho convicção que tais problemas ainda nos cercam para que nos dediquemos com grandeza àqueles que nunca foram pequenos.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Não basta ser ficha limpa - Tem que ser herói


Meu Irmão Betinho,

Recebi com pesar a notícia da sua candidatura a deputado federal 3193, por Minas Gerais, no PHS. Ser suplente de senador é o meu sonho de consumo. É de se lastimar que um homem íntegro, bombeiro heróico, pai incontestável, irmão inesquecível, filho sem precedentes, avô bonitão e cidadão do bem se misture a esta gentalha. Não há honestidade que não se corrompa na vivência palaciana do poder, principalmente nesta dita Nação Brasileira. Até você estará sujeito a negociatas no covil, apesar do imenso grau de sua honestidade.
Não tenho nada contra o PHS, ainda mais que seu contingente político é diminuto. Quando partidos ficam grandes é que a maracutaia os enlameiam. Quando o Partido é pequeno cabe ao canditato ser grande e você não é tal, no sentido de urna cheia.
Para ser um candidato de expressão deve-se figurar na mídia diuturnamente. Falta de popularidade só se compensa com muito dinheiro e você não tem. Você, como todos os seus irmãos, passou uma vida inteira cumprindo ordens como militar. Este carma familiar ensinou-nos a amar a Pátria e o povo com o sacrifício da própria vida, mas eu acho que não daria minha vida pelos políticos à exceção de você é claro.
Se você ainda fosse um jornalista, um radialista, um ator, um cantor, um jogador de futebol, uma celebridade internética ou até mesmo televisiva suas chances seriam outras – fora deste parâmetro não há urna eleitoral que grite por você.
Eu também sonho com o bem estar da pessoa humana na comunidade e na solidariedade entre todos, mas partir às ruas de um grande estado, como um cão sarnento num propósito político é uma loucura maior que o sonho.
É quase certo que nesta caminhada de tentativa de resolução de problemas coletivos você levará prejuízos desmedidos particulares em torno de um patrimônio insignificante. A não ser que na sua legenda tenha um candidato como o saudoso Enéas que transferiu votos a outros seis do PRONA. Com isto empossou um deputado federal eleito com meros duzentos votos.
Você fala que é um “Nogueira Soares” e que não desiste nunca, mas onde estão os “nogueiras soares” que venceram? Não por falta de capacidade, mas por não desejar mal a ninguém. Grandes conquistas só se fazem com inimigos vencidos e sempre quisemos levar todos abraçados.
Temos direitos aos sonhos, mas cabe-nos o dever do cálculo dos riscos. Para se eleger um deputado federal mineiro há de se ter duzentos mil votos. Eu apenas acredito que você irá contribuir para este coeficiente eleitoral de outro figurão do partido belo-horizontino ou juiz-forense. Falando nisto, o único deputado por Minas, do seu Partido, é muito famoso, escritor e tramita num grande colegiado eleitoral. Em Araguari ele conseguiu uns duzentos votos e você aumentará este número certamente para o partido. O cidadão candidato araguarino, de maior expressão local, no último pleito, teve dez mil votos do total de sessenta mil eleitores araguarinos. No pleito atual até ex-prefeito está na disputa.
Se os bombeiros, categoria a que você pertence, unissem-se a você, com exclusividade, você não chegaria a vinte mil votos em todo o estado, isto considerando também os familiares. Lembre-se, como agravante, que oficial dificilmente vota em praça.
Ainda assim, sem saber como te apoiar, pois nem voto em Minas, vou mentalmente digitando 3193 e te colocando como a melhor solução de um socorro perene para o nosso estado Natal e pelo nosso País das vantagens descabidas.
Não se aborreça com meu pessimismo, mas se tiver uma vaga de suplente de senador me avisa que eu abraço.
O cálculo que te favorece é que ao longo de quase trinta anos de serviço, como Subtenente Humberto dos Bombeiros, com média de dez salvamentos diários, você deve ter socorrido cem mil vítimas, algumas até mais de uma vez, mas a maioria nem viu o rosto do bombeiro ou nem existe ou nem vota. Em todo caso você recebia pra isto e a doação a mais feita no cumprimento do sagrado dever está em cômputo com seu Cabo Eleitoral dum reino que não é deste mundo!
Deus te acompanhe nesta empreitada, porque eu não dou conta disso não...